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Calcule quanto do orçamento pode ser destinado a uma nova parcela sem apertar demais suas finanças.
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Compare os principais valores da simulação.
Se sua renda líquida é R$ 6.000, as despesas essenciais somam R$ 3.200, você já paga R$ 600 em dívidas e quer guardar R$ 500 por mês, não basta aplicar um percentual genérico sobre a renda. A calculadora confronta a margem percentual com a sobra financeira efetiva.
Informe renda líquida, despesas essenciais, dívidas já contratadas, valor que deseja poupar e o limite de comprometimento que considera aceitável. A calculadora cruza a margem percentual com a sobra efetiva do orçamento e usa o menor dos dois valores como referência de parcela.
Isso evita recomendar uma parcela que respeite 30% da renda, mas inviabilize despesas essenciais.
O resultado deve funcionar como teto de segurança, não como meta de gasto. Se a ferramenta indicar R$ 1.200, uma parcela de R$ 900 deixa margem para combustível, manutenção, condomínio, seguros ou outros custos que podem acompanhar a compra.
Simule primeiro o orçamento atual. Depois aumente as despesas essenciais ou a reserva mensal e observe quanto a parcela segura diminui. Por fim, teste um limite de comprometimento menor para verificar se a compra continua cabendo sem consumir toda a folga do mês.
Bancos usam políticas próprias de aprovação e podem considerar renda bruta, score e outras obrigações. Esta ferramenta é de planejamento pessoal e não representa aprovação de crédito.
Conteúdo revisado em .
Respostas para interpretar a ferramenta e comparar propostas.
Não. Famílias com despesas essenciais altas podem precisar de um limite menor.
A renda líquida representa melhor o dinheiro realmente disponível.
Sim, porque poupar também é uma prioridade do orçamento.
Não. Instituições usam critérios próprios de crédito e risco.
Teste taxas, prazos e parcelas diferentes para entender o impacto total da dívida.